Stress elevado, papéis de género rígidos e vergonha silenciosa destróem a intimidade aos poucos. Percebe como estas três forças se cruzam na tua relação e o que muda em terapia.
Continua a lerUm casal não é apenas duas pessoas. Existe um terceiro elemento invisível que influencia tudo. Desde a forma como comunicamos até aos conflitos que se repetem.
Continua a lerNesta edição vamos rever 5 critérios de segurança numa relação, a forma como somos tratados dita as nossas reacções, mas também a nossa postura e admiração pela outra pessoa. Em qualquer relação, profissional, amizade, família ou casal, segurança é chave para confiar, e existir uma troca de afecto. Descobre aqui as 6 questões que tens de te colocar em qualquer relação.
Continua a lerMuitas mulheres cresceram a aprender a aguentar, a agradar e a gerir as emoções dos outros, muito antes das suas. Este artigo explora como os padrões de vinculação (ansioso e evitante) moldam as nossas relações adultas, o que as mulheres realmente precisam para se sentirem seguras numa relação, e sete exercícios práticos, inspirados na Terapia Focada nas Emoções, para começar a mudar, no dia a dia, sem precisar de fazer a revolução de uma vez.
Continua a lerMuitos homens experienciam o amor de forma profunda mas cresceram sem ferramentas para o traduzir em palavras. O artigo explora por que isso acontece, e o que fazer com isso, a partir de cinco eixos: aprender a nomear o que se sente, reconhecer o afastamento como estratégia de proteção aprendida e não como falta de amor, combater a solidão através da ampliação da rede de apoio, repensar o pedido de ajuda como responsabilidade e não fraqueza, e criar pequenos rituais que geram ligação no quotidiano. Inclui exercícios práticos baseados em evidência clínica (EFT, APA), escritos em linguagem acessível para o público geral.
Continua a lerEntre o momento em que decidimos marcar uma consulta e o dia da primeira sessão… muita coisa pode acontecer. Pode não acontecer nada, podemos até esquecer o assunto. Ou então pode surgir aquele pensamento: ainda bem que agendei. Porque, sem te aperceberes, já estás a fazer algo diferente. Normalmente, já trazes uma mochila cheia. Histórias, eventos, feridas. Coisas por dizer. E é normal sentires algum peso ou incerteza. Mas não te aflijas: quem te vai receber sabe o que perguntar, sabe o que esperar. Não há respostas certas. Nem erradas. Há o que tu trazes e isso é suficiente. O mais importante é que sintas que é um espaço onde podes estar. Estar mesmo. Sem julgamento, com ética e respeito por tudo o que carregas. O percurso é teu. O que podes esperar de uma primeira consulta, é seres acolhido como tu és e com o que trazes. Tu decides o que faz sentido, e terás sempre a palavra final. Mas não estarás sozinho/a: o trabalho do terapeuta é pensar contigo. É trazer perguntas, hipóteses, caminhos que talvez ainda não viste. Para cuidar da tua saúde emocional com responsabilidade e direção. Se vieres em casal, lembra-te: o “cliente” é a relação. Nem tu, nem a outra pessoa. O foco estará na forma como se ligam, nos padrões que se repetem, na saúde do vínculo que partilham. As sessões nem sempre são leves. Nem sempre são pesadas. Não são mágicas, mas raramente são neutras. É natural ter dúvidas. Não saber o que dizer. Sentir-se estranho. Nunca é “a mais” — enunca será “de menos”. Se vieres, que seja com curiosidade. Com abertura e espírito crítico sobre o que precisas e para o que vens. Porque esse pode ser o primeiro passo de um caminho — que, sim, faremos juntos/as. Se fizer sentido para ti, estou por aqui. Até já, Ana Mafalda Ferreira
Continua a lerSerá que é momento para iniciar um processo de psicoterapia, seja individual, em casal ou em família? Confirma os recursos que tens, a fase de vida onde estás e a capacidade de funcionar.
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