Vergonha nas relações


Vergonha nas relações

Há conversas que evitamos ter.

Normalmente evitamos por vergonha, particularmente aquela defesa de base, que habita no fundo da identidade de uma pessoa e organiza silenciosamente a forma como ela se permite amar e ser amada.

A questão é que a vergonha tem uma muito má reputação. Ter vergonha parece estar associado a algo muito infantil ou mais primário… Ou pior, mais patológico. E por isso, muitas vezes associamos o “tens vergonha?” a um fracasso à partida. E por isso frequentemente, escondemos a vergonha. Mascarando-nos do seu antídoto que é o orgulho.

No entanto....

Quando dois parceiros discutem, a tendência será supor que estamos a lidar de frente com o ego de quem temos à frente. Sentimos uma vontade quase instintiva de derrubar esse orgulho, de ganhar o argumento, de fazer a verdade prevalecer. Será que vale a pena fazer uma pausa aqui e perguntar:

E se o que estamos a tentar "derrubar" não for orgulho, mas a última barreira que sustenta a dignidade daquela pessoa?

E se o que parece arrogância for, na verdade, a armadura construída à volta de um pensamento que nunca foi dito em voz alta "eu não tenho algo de bom para oferecer”, ou que “não sou suficiente"?

É como ter uma métrica em que alguém ganha e outro perde. E quem pede ajuda parece perder sempre. Dizer "síndrome do impostor" é mais simples do que falar abertamente de vergonha. Mas estes são primos.

Até porque vergonha está associada a patologias e perturbações de personalidade. Mas quero partilhar uma ideia: o que define emoção de patologia: a sua consistência e persistência,  que retira funcionalidade e que define, em si mesma, a patologia. 

"Síndrome" é já um termo patologizante. Enfim.

Temos pudor em assumir emoções com conotação negativa. E a vergonha — associada ao isolamento, ao esconder — é particularmente delicada. Nas relações, tem um impacto enorme.

Sistemicamente, a vergonha é reguladora do comportamento. Ao contrário da culpa, que fala sobre a acção, "eu fiz", a vergonha fala mais profundamente sobre a estrutura da pessoa: "eu sou."

Forma-se pela confirmação e repetição de determinadas respostas e reacções com o mundo. É um sentimento que se torna relacional pois ganha forma na confirmação externa.

Quando defino o meu casal como incrível, surge orgulho. Quando sei que por vezes não somos incríveis, a repetição desses momentos cria uma nova via de identidade: "nós somos terríveis." A polarização cria este espelhamento — se não somos incríveis sempre, então somos defeituosos — porque vemos os outros sempre incríveis.

A vergonha esconde por sobrevivência. Ouvimos pensamentos ou comentários do género: "não podes falar assim na rua", ou "se souberem que fizeste isto..." "Esconde esta parte tua, senão haverá consequências". E antigamente as consequências eram exclusão social, tortura, fome ou prisão.

Conseguimos perceber, então, o seu valor de sobrevivência.

Mas mesmo em estados sociais ditos "livres", como é que esta emoção continua a persistir? A minha hipótese é que nas famílias e nos casais ainda é normalizada a comunicação nestes termos. Se a criança chora: "És um mariquinhas?" Se o jantar ficou salgado: "És má cozinheira." Se o homem não sabe tratar da roupa: "És um incapaz aqui em casa."

Estão a ver a generalização? Estão a sentir a transformação de uma acção num rótulo sobre a pessoa? E conseguem sentir como a repetição destes comentários se torna a realidade que aquela pessoa assume sobre si mesma? E, pior ainda, como ela percebe que isso é negativo, e como aprende a esconder essa parte da melhor forma que sabe, para se proteger?

São regras implícitas que seguimos nas famílias e que se tornam as nossas regras para viver o mundo. A verdade é que saímos para a vida com uns óculos de sol, cuja cor da lente é feita destas pequenas regras que nos fazem sentir menos.


Brené Brown, investigadora da Universidade de Houston com mais de duas décadas de estudo sobre vergonha e vulnerabilidade, define a vergonha precisamente assim: o medo da desconexão. A sensação de que, se as pessoas vissem o nosso "verdadeiro eu", não nos amariam nem nos aceitariam (Brown, 2012). Na perspetiva sistémica, esta emoção não é apenas individual. Ela organiza a forma como cada pessoa se aproxima, se protege e se permite ser vista pelo outro (Young, 2003; Conceições & Gomes, 2015). E, nos relacionamentos íntimos, isso tem consequências profundas. 

esconder com função

O contexto que nos rodeia: stress, burnout e saúde mental em Portugal

Compreender o impacto da vergonha nas relações não é suficiente entender individualmente, temos que observar o que acontece , quando acontece e com quem acontece. 

Em Portugal, dados recentes mostram que 50% dos portugueses entre os 18 e os 64 anos relatam stress elevado, enquanto 61% se sentem esgotados ou em risco de burnout (Medicare, 2025; Observador, 2025).

São números que não cabem num gráfico sem um peso humano muito sério: atrás de cada percentagem há uma pessoa que chega a casa cansada, que tem pouca energia para reparar, para escutar, para se aproximar.

Este stress não existe no vácuo. 

Ele é, também, moldado pelas expectativas que a família e a sociedade colocam sobre o que é esperado de cada um na relação. Estudos sobre stress conjugal mostram que pressões externas, nomeadamente laborais, financeiras, de infertilidade, de desigualdade de género, têm um efeito direto sobre o stress interno do casal e, por conseguinte, sobre a satisfação conjugal, o sentimento de valorização mútua e a qualidade da comunicação (Alves, 2022; Catarina, 2021). Quando a família interveio com expectativas rígidas sobre quem deve "cuidar mais" e quem deve "sair à frente", o stress interno aumenta precisamente para quem mais sente a obrigação de corresponder e não consegue dizer "não consigo" sem se sentir a falhar.

O stress individual é o que cada pessoa traz de si mesma. Sobrecarga laboral, burnout, ansiedade, histórias pessoais de vergonha. O stress familiar é o que nasce e se mantém dentro da própria dinâmica da relação: expectativas rígidas, comunicação hostil, papéis de género pouco ou nada negociados, segredos, vergonha não partilhada (Ciclo de ansiedade familiar, 2024; Fronteiras difusas, 2023). Quando os dois, isto é o stress individual e o stress familiar, se alimentam mutuamente, a vergonha instala-se como o "combustível" invisível que impede a mudança, a fala e a negociação de responsabilidades.

Vergonha como interpretação, não como facto

Em muitas famílias ainda predomina um modelo tradicional de género, em que a mulher é vista como a principal responsável pelas tarefas domésticas, pelo cuidado emocional e pelo criar dos filhos, enquanto que do homem é esperado providenciar financeiramente. No entanto, exigimos mais do que isto uns dos outros, atualmente.

Nestes esquemas já internalizados, a pessoa que não consegue "manter tudo" porque trabalha em regime intensivo, porque também precisa de descanso, porque tem as suas próprias necessidades afetivas não conclui que o sistema de expectativas é excessivo. Conclui que ela é insuficiente. Porque a pertença à sua tribo é mais importante do que observar a dinâmica relacional.

E é aqui que a vergonha se instala como interpretação cultural: "não é o contexto que falhou, sou eu que falho". No entanto, com as mudanças atuais, a conclusão muda ligeiramente para "eu não consigo acompanhar, é melhor voltar ao que éramos".

Mesmo que existam factos irrefutáveis de como uma família não consiga efectivamente manter-se e ter “folga financeira” exclusivamente pelo rendimento de uma só pessoa, hoje em dia. Voltar atrás não é solução, mas a forma como está parece ser incomportável. Especialmente quando a ideia que é vendida é a imagem de um privilégio a que todos deveríamos ter acesso. Todos têm sucesso menos eu.

Sabemos disto, mas há determinadas crenças/opiniões que ainda pesam demasiado sobre a forma de nos relacionarmos.

A vergonha, como emoção, é vivida como uma ameaça à identidade, isto é, pensamentos como "tenho algo de errado comigo" ou "eu não mereço isto" (Young, 2003; Conceições & Gomes, 2015). Por isso, a pessoa tem tendência a esconder, a optar pelo silêncio ou pela defesa menos flexível, em vez de pela partilha de vulnerabilidade. Em relações íntimas, isto interfere diretamente na disponibilidade emocional e na capacidade de pedir apoio. A proximidade passa a ser percebida como risco, porque aproximar-se significa arriscar que o outro veja exactamente o quanto a pessoa "não é suficiente". A vergonha leva as pessoas a evitarem temas difíceis, a não nomearem necessidades e a responderem com humor sarcástico, distanciamento ou crítica, o que enfraquece os ciclos de reparação e aproximação tão necessários nos casais (Terra, 2023).

Brown demonstrou que a vergonha não é apenas um episódio isolado, mas um sistema de mensagens e gatilhos que se alimenta de expectativas e tabus culturais, familiares e sociais e que se interliga diretamente com burnout, ansiedade e depressão, sobretudo quando a pessoa sente que não consegue corresponder a ideais de desempenho, parentalidade ou cuidado (Brown, 2007; Brown, 2012). A família, muitas vezes, é o primeiro espaço onde se aprende a ocultar a vergonha: "não se queixa", "não se desilude", "não se é fraco". E o que não tem nome ou significado repete-se sem pensar. 

esconder-se atrás do telemóvel

O que o stress faz à capacidade de estarmos juntos

Quando o stress é elevado, a tolerância à frustração diminui, a energia emocional escasseia e a capacidade de corregulação fica comprometida (Alves, 2022; Ley, 2019). Isto significa que dois parceiros exaustos têm, literalmente, menos recursos para se encontrarem.

Quando a vergonha entra nessa equação, o efeito é ainda mais silencioso: a pessoa esconde o sofrimento, tenta continuar a dar, apresenta-se "bem" em público enquanto em casa carrega a sensação de inadequação, exaustão e impotência; e não fala, porque falar seria confirmar que não está à altura.

A vergonha leva as pessoas a evitar temas difíceis, a não dar nome às necessidades, a responder com humor sarcástico, distanciamento ou crítica, o que enfraquece os ciclos de reparação e aproximação tão necessários nos casais. Brown sublinha que a vulnerabilidade é condição para a intimidade, a coragem e a conexão genuína; mas quando a vergonha domina, essa vulnerabilidade torna-se insuportável. A proximidade passa a ser percebida como risco, porque aproximar-se significa arriscar que o outro veja exactamente o quanto a pessoa "não é suficiente" (Brown, 2012; Conceições & Gomes, 2015).

Nos contextos de infertilidade, por exemplo, estima-se que 25 a 40% dos casais mostrem sinais de ansiedade e depressão aumentados, com as mulheres a sentirem maior pressão social e de género associada à ideia de "ser ou não ser mãe", o que frequentemente gera vergonha, culpa e sensação de defeito (IVI, 2022). Essa vergonha pode ser escondida de familiares, amigos e até do parceiro, criando mais distância, precisamente quando a relação mais precisa de proximidade para atravessar o sofrimento.

Vergonha, corpo e vida sexual

A vergonha associada a papéis de género também se observa na vida sexual e íntima. Estudos clínicos sublinham que a vergonha corporal e a baixa autoestima inibem a expressão de fantasias, preferências e limites, o que diminui a satisfação e a coordenação emocional entre os parceiros. Em vez de espaços de partilha e prazer, a intimidade pode tornar-se num espaço de vigilância e avaliação, onde o pensamento de fundo é sempre o mesmo: “Sou aceite?” ou “Sou normal?”. Estes pensamentos, ao intensificar a vergonha, reduzem a espontaneidade; o que é coerente com a ideia de Brown de que a vergonha é uma "emoção mestra" que desliga as conexões profundas (Brown, 2012; Telavita, 2023).

Vergonha é o termômetro da importância que algo tem para nós. Em que achamos existir uma diferença entre o que somos e o que conseguimos fazer para ser? 

O quanto nós nos preocupamos com algo, por vezes, com uma tal intensidade que se torna dura e por vezes bruta.

Não há nenhum valor na dureza bruta, que a gentileza amorosa não recupere.

As taxas de ansiedade, depressão e burnout são mais elevadas em mulheres do que em homens. É um facto que não se deve à fragilidade, mas porque enfrentam uma carga maior de stress emocional associada a papéis de género e desigualdades de poder (Género e saúde mental, 2022; Frontiers in Psychology, 2024).

Em Portugal, isso traduz-se em números de stress e sintomas de saúde mental acima da média europeia, somados a uma utilização de terapia extremamente baixa, embora esteja a mudar; isto sugere que muito sofrimento é vivido em silêncio, em parte por vergonha de revelar que "não se está bem" mesmo parecendo bem por fora (Medicare, 2025; Observador, 2025). A psicologia ou a psicoterapia ainda não é vivida como base, e o próprio sistema, ainda não valoriza a ponto de providenciar de forma digna às pessoas e profissionais. 

Quando a mulher não consegue equilibrar trabalho, família e autocuidado, a vergonha surge como "falha pessoal". Quando o homem sente a pressão de ser o "problema-solvedor" e não consegue carregar tudo, tende a esconder a fadiga para evitar a vergonha de ser visto como fraco (Brown, 2012; Poconé Online, 2025). O resultado é um relacionamento onde a vergonha organiza quem pode falar, quem pede ajuda, quem se queixa e quem aguenta e ambos ficam presos a um funcionamento relacional pobre em pedido de ajuda, reparação e co-regulação (Pereira et al., 2012; Young, 2003).

Em contextos de violência ou abuso, este padrão agrava-se de forma preocupante: vergonha e medo são frequentemente apontados como barreiras centrais para a decisão de se afastar de um parceiro, pois a pessoa internaliza a ideia de ser responsável pelo que acontece ou de ser indigna de proteção (APAV, 2020; Galvão, 2013). Esquemas de pensamento de defeito, crenças de ser defeituoso, indesejado ou inferior correlacionam-se com maior dificuldade de negociação e cooperação e com menor capacidade de procurar ajuda (Pereira et al., 2012).

O que muda quando a vergonha é trabalhada em terapia

Do ponto de vista clínico, a vergonha é um organizador central da relação: ela determina quanto cada um se permite ser visto, quanto pede apoio e quanto resiste a mudar padrões que, a ambos, já custam demasiado. Trabalhar o stress sem nomear a vergonha e os papéis de género é como apagar fogos sem olhar para a fuga elétrica.

A teoria de resiliência à vergonha de Brown identifica quatro elementos centrais na sua resolução: reconhecer a vergonha e os seus gatilhos; praticar a atenção crítica sobre as expectativas que a alimentam; entrar em contacto com alguém de confiança; e falar da vergonha em vez de a esconder (Brown, 2007). Na terapia sistémica, estes elementos ganham uma dimensão relacional: a família aprende a dar nomes, normalizar e reduzir a vergonha em vez de a repetir.

Em concreto, a terapia ajuda a separar o que é responsabilidade individual, padrões de perfeição, temas de defeito pessoal, do que é padrão relacional: expectativas rígidas, divisão desigual de cuidado, comunicação pouco empática. Ajuda a transformar o stress familiar num assunto de sistema, e não de "doente". E abre espaço para que a vulnerabilidade seja, finalmente, mais segura do que a armadura (Brown, 2012; Conceições & Gomes, 2015; Young, 2003).

Reflexão final: quando o contexto pede demasiado

A vergonha não é um detalhe individual. É um dos fios mais estruturantes da qualidade dos relacionamentos íntimos e um fenómeno profundamente relacional e cultural. Está ligado a papéis familiares, papéis de género e pressões sociais.

Quando a reconhecemos, algo muda. Porque de forma simples, mas não simplista , deixa de ser vivido como prova de que "há algo de errado com esta pessoa" e passa a ser lido como resposta coerente a um contexto que exige demasiado, distribui de forma desigual e pune quem pede ajuda.

Voltando ao princípio: quando sentimos a tentação de "derrubar" o que parece orgulho numa discussão, vale a pena parar. Para perguntar com genuína curiosidade: o que é que esta pessoa está a proteger? O que precisaria de sentir para se poder mostrar diferente? E como seria se a nossa sociedade promovesse o acolhimento ao invés de esconder as diferenças? 

Referências consultadas

Alves, D. (2022). Impacto do stress interno e externo na vivência da conjugalidade. Recil – Universidade Lusófona. https://recil.ulusofona.pt/items/615d2c8d-79a4-4814-ab13-dfaed32aeb89

APAV. (2020). Violência no namoro [Folha informativa]. https://apav.pt/wp-content/uploads/2024/02/FolhaInformativa_VNamoro_2020.pdf

Brown, B. (2007). I thought it was just me (but it isn't): Making the journey from "what will people think?" to "I am enough". Gotham Books.

Brown, B. (2012). Daring greatly: How the courage to be vulnerable transforms the way we live, love, parent, and lead. Gotham Books. [Ed. portuguesa: A coragem de ser imperfeito, 2019]

Catarina, C. (2021). Análise diádica da vinculação, coping e stress conjugal. Universidade do Porto, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação. https://sigarra.up.pt/fpceup/pt/pub_geral.show_file?pi_doc_id=321753

Ciclo de ansiedade em ambiente familiar como fator desencadeador de transtornos mentais. (2024). Revista Contemporânea. https://mauago.com.br/wp-content/uploads/2024/12/43-OCICLODEANSIEDADEEMAMBIENTEFAMILIARCOMOFATORDESENCADEADORDETRANSTORNOSMENTAIS-miriam-sousa.pdf

Conceições, M. S., & Gomes, A. P. (2015). Considerações sobre a intimidade, a ansiedade e o medo na experiência amorosa. Psicologia, 29(4), 115–124.

Correio Braziliense. (2025, 27 de julho). Por que sentimos vergonha e como isso afeta nossas relações?https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/por-que-sentimos-vergonha-e-como-isso_afeta-nossas-relacoes/

Fronteiras difusas: Os desafios da falta de limites nas relações familiares. (2023). Revista Contemporânea. https://ojs.revistacontemporanea.com/ojs/index.php/home/article/view/2443

Frontiers in Psychology. (2024). Mapping gender role stress scales utilities: A scoping review approach. https://www.frontiersin.org/journals/psychology/articles/10.3389/fpsyg.2024.1436337/full

Galvão, T. D. (2013). Medo e vergonha como barreiras para superar a violência. Revista de Saúde Pública, 47(1), 1–10.

Género e saúde mental: Uma abordagem epidemiológica. (2022). Acta Psiquiátrica e de Psicologia da Clínica Geral, 25(3), 237–250.

IG Delas. (2019, 5 de outubro). Como lidar com a vergonha do corpo na hora do sexo. https://delas.ig.com.br/amoresexo/2019-10-05/inseguranca-vergonha-corpo-sexo.html

IVI. (2022, 11 de abril). 25–40% casais inférteis têm sinais de ansiedade e depressão. IVI Portugal. https://ivi.pt/blog/25-a-40-dos-casais-inferteis-com-sinais-de-ansiedade-e-depressao/

Medicare. (2025, 8 de outubro). Saúde Mental Portugal 2025: 50% em stress elevado. https://www.medicare.pt/mais-saude/prevencao/estudo-marktest-medicare-saude-mental-2025

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Pereira, A. C., et al. (2012). Esquemas iniciais desadaptativos na violência conjugal. Psicologia: Reflexão e Crítica, 25(1), 37–44.

Poconé Online. (2025, 7 de janeiro). O impacto das expectativas familiares no casal. https://poconeonline.com/o-impacto-das-expectativas-familiares-no-casal-como-as-pressoes-externas-influenciam-o-relacionamento/

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Telavita. (2023, 10 de setembro). Vergonha no sexo: a sexualidade e sua relação com o externo. https://www.telavita.com.br/blog/vergonha-no-sexo/

Young, J. E. (2003). Schema therapy: A practitioner's guide. Guilford Press.